PALAVRAS DO REBE YEHUDAH
PRESERVEM OS JUDEUS

Tudo o que D'us fez é bom. A formiga (?), é bom. A aranha (?), é bom. A baleia (?), é bom. O índio (?), é bom. Nossos primos árabes, é bom. Todo judeu é bom. Os judeus podem deixar de existir! Leiam os vários artigos deste site, pesquise na internet, veja os filmes existentes, acredite no que ver e concorde conosco. O perigo existe e é real. Vários planos e ações já existiram para por fim à nossa existência. Somos povo de D'us e Ele nunca permitiu que isto acontecesse. Não acredito que D'us ajude quem cruza os braços, o livre arbítrio exige as nossas ações, com elas vem nossos méritos. Vários estudos demonstram nossos riscos e dentre eles quero apontar um a seguir, constante no livro de Doron Kornbluth, publicado em português pela Editora Colel Torat Menachem, São Paulo - SP, Brasil, com o título original "Why marry jewish":

O Dr. Peter Medding, pesquisador da Universidade Hebraica, estudou o que faz uma família permanecer judia geração após geração. Ele constatou que a chave é dar às crianças o que ele chama de uma “identidade judaica clara”. Esta conclusão não é surpreendente. Vivemos em uma sociedade predominantemente não judaica, com uma poderosa influência cultural e dos meios de comunicação que dificulta nossa identificação com uma minoria judaica que compreende menos de 2% da população total. Se as crianças em questão não crescerem como “claramente” judias, haverá pouca chance de que o judaísmo sobreviva a longo prazo. Como veremos, os casamentos mistos quase nunca proporcionam a necessária “identidade judaica clara”.

Os Tristes Fatos:
A questão óbvia, portanto, refere-se a números - o que realmente acontece aos filhos dos casamentos mistos? Os resultados de múltiplas pesquisas sobre o assunto são consistentes:
• No máximo 18% dos filhos de casamentos mistos estão sendo educados como “só judeus”. Mesmo esta minoria comemora mais o Natal do que Pessach
• 65% dos filhos de casamentos mistos vão à igreja na adolescência, porém apenas 19% vão à sinagoga nesta mesma fase. Só 14% fizeram bar ou bat mitzvá.
• 62% dos filhos de casamentos mistos têm uma árvore de Natal; 81% ajudam a enfeitar uma árvore de Natal, e 93% dão e/ou recebem presentes de Natal.
• Só 15% das famílias de casamentos mistos são membros de uma sinagoga e só 16% são membros de outra instituição judaica qualquer.
• É impressionante, mas apenas 18% dos filhos de casamentos mistos concordam com a seguinte afirmação: “ser judeu é muito importante para mim”. Só 11% ficariam “muito aborrecidos” se seus filhos não se considerassem judeus.

Em maio de 2001, a Professora Sylvia Barack Fishman, da Universidade Brandeis, publicou um novo estudo em que examinava em profundidade famílias americanas constituídas por cônjuges de religiões diferentes e confirmou o que muitos temiam: o casamento misto é essencialmente um trampolim para fora do povo judeu. Além da confirmação de pesquisas anteriores que mostravam taxas extremamente baixas de identidade judaica entre os filhos de casamentos mistos (82% das famílias de casamentos mistos comemoram o Natal de alguma maneira; 79% comemoram o Natal apesar de terem um acordo de educar os filhos como judeus; 66% comemoram a Páscoa de alguma maneira)," talvez o ponto mais importante revelado pelo estudo tenha sido que a prática do cristianismo aumenta com o passar dos anos nos lares de casamento misto. "

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